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Acessibilidade digital para empresas: quanto seu site inacessível está custando em vendas?

Sua empresa investe em anúncios, campanhas e produção de conteúdo para levar pessoas até o site. Mas e se parte desses visitantes chega pronta para comprar e simplesmente não consegue concluir a compra? Esse prejuízo raramente aparece no relatório de vendas, porque o cliente vai embora antes de virar lead. Ele não reclama e não liga. Apenas compra do concorrente.

7 min de leitura

Sua empresa investe em anúncios, campanhas e produção de conteúdo para levar pessoas até o site. Mas e se parte desses visitantes chega pronta para comprar e simplesmente não consegue concluir a compra?

Esse prejuízo raramente aparece no relatório de vendas, porque o cliente vai embora antes de virar lead. Ele não reclama e não liga. Apenas compra do concorrente.

A acessibilidade digital deixou de ser apenas uma pauta de inclusão e legislação. Para empresas que vendem, captam leads ou atendem pelo digital, ela é também uma questão de conversão, retorno sobre investimento e competitividade.

Neste artigo, você vai ver:

  • Quantos usuários abandonam sites com dificuldades de acessibilidade;
  • Quais falhas são mais comuns e por que sua equipe pode não perceber;
  • Como isso afeta conversão e custo operacional;
  • O que a legislação brasileira exige;
  • Como começar a resolver sem refazer o site do zero.

69% dos usuários com deficiência abandonam sites com dificuldades de acessibilidade

A pesquisa britânica Click-Away Pound (2019) ouviu usuários com deficiência e necessidades de acessibilidade. O resultado: 69% afirmaram sair de sites que apresentam dificuldades de uso.

O mesmo levantamento estimou que cerca de £17,1 bilhões em compras online foram direcionados a outros sites por causa dessas dificuldades.

Há um segundo dado ainda mais relevante para quem pensa em fidelização: 83% dos participantes restringiam suas compras a sites que já sabiam ser acessíveis. Ou seja, a acessibilidade não decide apenas uma venda isolada. Ela define de quem o cliente vai comprar daqui para frente.

A pergunta para o seu negócio é simples: de que adianta pagar pelo clique se o cliente não consegue usar o site?

95,9% dos sites têm falhas de acessibilidade, e o seu provavelmente também.

O relatório WebAIM Million 2026 analisou as páginas iniciais de um milhão de sites e encontrou falhas de acessibilidade detectáveis automaticamente em 95,9% delas.

As falhas mais comuns:

[INSERIR IMAGEM]

Repare no último item. Formulários sem identificação adequada estão exatamente onde acontece a conversão: cadastro, orçamento, agendamento, checkout.

E tem um agravante: ferramentas automáticas não detectam todos os problemas. Um site pode passar bem numa varredura e ainda assim travar o usuário na prática, por exemplo, com um botão que não funciona pelo teclado ou um menu que o leitor de tela não consegue ler.

Sua equipe pode nunca ter visto o problema, porque ela não navega como seus clientes navegam.

Onde o prejuízo aparece: na hora da conversão.

O Baymard Institute identificou que 17% dos consumidores norte-americanos já abandonaram uma compra porque o checkout era longo ou complicado.

Esse dado não mede especificamente desistências por falta de acessibilidade, mas mostra o quanto atrito na experiência derruba a conversão.

Agora some a isso cenários como:

  • Um formulário que não funciona com leitor de tela;
  • Um processo que exige exclusivamente o uso do mouse;
  • Instruções em linguagem que parte do público não consegue compreender;
  • Vídeos de produto sem legenda nem Libras.

Essas dificuldades afetam justamente as ações que geram receita: solicitar orçamento, fazer cadastro, contratar um serviço, marcar uma consulta ou finalizar uma compra.

O custo de aquisição já foi pago. O cliente já estava no site. E a oportunidade se perdeu no último passo.

Acessibilidade também reduz custo operacional.

Nem todo usuário desiste. Muitos procuram outro canal para resolver o que o site não permitiu.

Uma solicitação que deveria ser 100% digital vira ligação, mensagem no WhatsApp ou atendimento humano. Multiplique isso por centenas de clientes por mês e o resultado pode ser um custo operacional evitável, com a equipe ocupada em demandas que o próprio site poderia resolver.

Para hospitais, instituições de ensino, e-commerces, plataformas de serviço e órgãos públicos, aumentar a autonomia digital do usuário pode significar:

  • Menos dúvidas repetidas no atendimento;
  • Processos mais rápidos;
  • Equipe focada no que realmente exige contato humano.

A acessibilidade não beneficia só quem usa o site. Ela também pode tornar a operação mais eficiente.

O que a legislação brasileira exige dos sites das empresas.

Além do impacto comercial, existe a obrigação legal. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), em seu artigo 63, determina que sites mantidos por empresas com sede ou representação comercial no Brasil devem garantir acessibilidade às pessoas com deficiência, conforme as melhores práticas e diretrizes adotadas internacionalmente.

Na prática, acessibilidade digital não é um diferencial opcional. É um requisito que envolve risco jurídico e reputacional para quem ignora.

Legenda não substitui Libras: o erro comum nos vídeos corporativos.

Muitas empresas acreditam que colocar legenda em português resolve a acessibilidade dos seus vídeos. Sozinha, não resolve.

  • Para pessoas surdas ou com deficiência auditiva que leem português, a legenda é fundamental.
  • Para muitas pessoas surdas que têm a Libras como primeira língua, o português é uma segunda língua. A interpretação em Libras oferece acesso linguístico mais adequado.

Uma alternativa não substitui a outra. O ideal é oferecer legenda e Libras no mesmo conteúdo, deixando que cada pessoa escolha o formato.

Dois cuidados importantes:

  • Nem todas as pessoas surdas usam Libras, por isso as duas opções importam.
  • Legendas acessíveis devem incluir informações sonoras relevantes (sons, músicas, alertas), não apenas as falas.

Isso faz diferença em vídeos de treinamento, apresentações comerciais, tutoriais de produto e conteúdos institucionais.

Como a Rybená ajuda sua empresa a tornar o site acessível.

A Rybená desenvolve tecnologia assistiva que amplia as formas de acesso, leitura, compreensão e interação nos ambientes digitais, com recursos que podem ser incorporados a sites existentes.

Com o Rybená Web, sua empresa pode incorporar:

  • Tradução para Libras com avatar 3D;
  • Leitura em voz do conteúdo;
  • Ajustes visuais (contraste, tamanho de fonte e outros);
  • Simplificação de textos com inteligência artificial;
  • Descrição de imagens;
  • Navegação por Movimento Facial e outras formas de navegação;
  • Avatar 3D exclusivo com a identidade da sua marca, conforme a modalidade contratada.

A disponibilidade dos recursos depende da compatibilidade técnica e da solução contratada. Essas funcionalidades complementam as boas práticas de desenvolvimento acessível.

Hoje, mais de 1.000 sites já utilizam a tecnologia Rybená.

Perguntas frequentes sobre acessibilidade digital

O que é acessibilidade digital?

É o conjunto de práticas e tecnologias que permitem que pessoas com diferentes necessidades, incluindo pessoas com deficiência, consigam navegar, entender e interagir com sites, aplicativos e conteúdos digitais.

Minha empresa é obrigada a ter um site acessível?

Sim. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) exige que sites de empresas com sede ou representação no Brasil sejam acessíveis.

Um site inacessível realmente perde vendas?

Pode perder. Pesquisas como a Click-Away Pound mostram que dificuldades de acessibilidade levam muitos usuários a abandonar sites e procurar alternativas.

Legenda é suficiente para tornar um vídeo acessível?

Não. Para muitas pessoas surdas, a Libras é a primeira língua. Legendas e interpretação em Libras atendem a necessidades diferentes e são complementares.

Preciso refazer meu site para torná-lo acessível?

Não necessariamente. Soluções como o Rybená Web adicionam recursos de acessibilidade ao site existente, como parte de uma estratégia mais ampla de adequação. Algumas correções estruturais podem ser necessárias.

Quanto custa continuar ignorando a acessibilidade?

Não existe um percentual universal de perda. O impacto depende do seu público, do seu setor e das dificuldades presentes no seu site.

Mas a lógica é clara: se sua empresa paga para atrair visitantes, precisa oferecer condições para que eles consigam fazer o que vieram fazer. Quanto mais sua operação depende do digital, maior pode ser o custo de não olhar para isso.

Acessibilidade é experiência do cliente. É conversão. É eficiência. E é obrigação legal.

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Veja na prática como os recursos da Rybená podem ampliar as possibilidades de acesso ao seu site. Acesse nosso site e clique em “Começar teste grátis” ou fale com a nossa equipe:

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💻 rybena.com.br

A liberação do teste está sujeita à avaliação técnica e comercial da equipe Rybená.

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